Bridget e o “Eu sem Mim”: Notas sobre Judith Butler e Gênero em Guilty Gear
Resumo
Introdução: Este artigo aborda a relação entre jogos digitais e estudos de gênero, tomando como foco a análise da personagem Bridget, da franquia Guilty Gear, a partir da teoria da performatividade de gênero proposta por Judith Butler, considerando os jogos como espaços de construção e representação de identidades. Objetivo: Analisar a teoria de Butler sobre performance de gênero na personagem Bridget da franquia de jogos Guilty Gear. Metodologia ou Etapas:A pesquisa realiza uma análise qualitativa da personagem em Guilty Gear XX e Guilty Gear Strive, utilizando a Tétrade Elementar de Jesse Schell como recorte metodológico, com foco nos elementos de estética e narrativa, articulados à teoria da performatividade de gênero de Butler. Resultados: A análise evidencia que Bridget exemplifica a construção performativa do gênero. Sua trajetória narrativa e estética reforça a ideia de gênero como processo social e dinâmico, além de evidenciar o papel dos jogos digitais na representação de pautas sociais contemporâneas.
Palavras-chave:
Jogos Digitais, Estudos de Gênero, Atos Performativos, Transgênero, Análise de Personagem
Referências
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Publicado
29/09/2026
Como Citar
TAVARES, Eduarda M.; SARMENTO, Matheus S. P.; SARMENTO, Wellington W. F.; MALVEIRA, Caroline F. G.; RODRIGUES, Matheus R. S..
Bridget e o “Eu sem Mim”: Notas sobre Judith Butler e Gênero em Guilty Gear. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE JOGOS E ENTRETENIMENTO DIGITAL (SBGAMES), 25. , 2026, Goiânia/GO.
Anais [...].
Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação,
2026
.
p. 1342-1353.
DOI: https://doi.org/10.5753/sbgames.2026.25723.
