Atividades Indiretas Impressas na EJA Combinada em Contexto Prisional: Entre a Exclusão Digital e o Direito à Educação

  • Wagdo da Silva Martins SEEDF
  • Helena Cristina Aragão de Sá Martins SEEDF

Resumo


Este estudo analisa as atividades indiretas impressas como mediações pedagógicas na Educação de Jovens e Adultos (EJA) Combinada em contexto prisional, considerando a exclusão digital e as interrupções da rotina presencial. Parte-se do problema de como preservar a continuidade do dia letivo quando o acesso à internet, a dispositivos eletrônicos e a ambientes virtuais é restrito, especialmente em situações de visita familiar ou suspensão das aulas por razões de segurança. Trata-se de pesquisa qualitativa, bibliográfica, documental e crítico-reflexiva, fundamentada em documentos normativos da EJA, literatura sobre educação prisional, mediação pedagógica e inclusão digital, além de dados nacionais sobre conectividade. A análise indica que as atividades indiretas impressas, quando vinculadas ao planejamento docente, podem sustentar o vínculo entre estudante, currículo e professor, sem substituir políticas de inclusão digital. Conclui-se que tais atividades contribuem para evitar que restrições tecnológicas e institucionais resultem em exclusão escolar.
Palavras-chave: EJA prisional, Exclusão digital, Atividades indiretas, EJA Combinada, Direito à educação

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Publicado
26/08/2026
MARTINS, Wagdo da Silva; MARTINS, Helena Cristina Aragão de Sá. Atividades Indiretas Impressas na EJA Combinada em Contexto Prisional: Entre a Exclusão Digital e o Direito à Educação. In: SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (SEAD), 6. , 2026, Goiânia/GO. Anais [...]. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2026 . p. 372-376. ISSN 2763-8995. DOI: https://doi.org/10.5753/sead.2026..