Menoari: cultura indígena e combate a devastação ambiental representados por produção de jogo digital

  • João Pedro de Almeida Moraes SENAC
  • Fabiane da Hora Santana SENAC
  • David Santos da Silva Souza SENAC
  • Eduardo Santos Silva SENAC
  • Flávio Henrique Suzart Leite SENAC
  • Felipe Santos de Souza SENAC
  • Israel Boa Morte de Jesus SENAC
  • Vilma Mascarenhas Cirne SENAC

Resumo

Este artigo tem como objetivo demonstrar o desenvolvimento de um jogo digital com a temática socioambiental e cultural, requerida pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena (BRASIL, 2008). Serão apresentadas todas as etapas de concepção e desenvolvimento do jogo Menoari. O jogo desenvolvido evidencia elementos da cultura indígena - deuses, vestimentas, instrumentos, habitações - e faz referência ao desmatamento das florestas brasileira. Sendo assim, possibilita abrir discussões acerca do tema de maneira lúdica e educativa, resgatando a memória dos povos originários, evidenciando os desafios para a manutenção da cultura indígena e de suas terras.

Referências

Brasil (2007). Projeto de lei 490/2007.

Brasil (2008). Lei nº 11.645, de 10 março de 2008. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.

Brasil (2010). Ibge – instituto brasileiro de geografia e estatística.censo brasileiro de 2010.

Brasil (2023). Ibge – instituto brasileiro de geografia e estatística.censo brasileiro de 2010.

Caruso, F. (2020). O universo da luz. Revista Brasileira de Ensino de Física, 42.

Costa Neto, E. M., Santos-Fita, D., and Aguiar, L. M. P. (2023). Curupira e caipora: o papel dos seres elementais como guardiões da natureza. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, 18:e20210095.

dos Santos Amorim, L. C. (2018). A pintura corporal e a arte gráfica entre os tembé. Nova Revista Amazônica, 6(1):199–215.

Filho, C., Peres, H. N., and Dias, L. d. O. (2015). Mitos indígenas no ambiente escolar: uma reflexão sobre o universo guarani a partir da análise da obra tupã tenondé. In Anais do I Congresso de Ciência e Tecnologia da PUC-Goiás. Goiânia.

Kayapó, E. and Brito, T. (2014). A pluralidade étnico-cultural indígena no brasil: o que a escola tem a ver com isso? Mneme-Revista de Humanidades, 15(35):38–68.

Luciano, G. J. d. S., Oliveira, J. C. d., and Hoffmann, M. B. (2010). olhares indígenas contemporâneos.

Martini, G. (2017). Faces da mãe d’água: Saberes da conservação. Revista Calundu, 1(2).

Paes, G. S. M. (2019). Os negros d’água do rio ribeira de iguape: mito e história numa narrativa elaborada por comunidades negras do vale do ribeira. Revista Brasileira de História, 39:71–91.

Polit, D. and Hungler, B. (1987). Pesquisa em enfermagem: princípios e métodos. 3ª edition.

Ramos, S., Nunes, P., Pacheco, J., Colares O Coutoand, A., Silva, L. E. L., and Paiva, L. F. S. (2023). Além da floresta: crimes socioambientais nas periferias.

Simex, R. (2022). Mapeamento da exploração madeireira no pará - agosto 2020 a julho 2021.

Unidas, N. (2007). Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.

Vanuchi, V. C. F., Welter, L. E., Stefanello, L. B., and Braibante, M. E. F. (2019). Oficina temática “tintas indígenas”: ensino de ciências por meio da temática “indígena”. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, 10(5):253–270.
Publicado
2023-11-06
Como Citar
MORAES, João Pedro de Almeida et al. Menoari: cultura indígena e combate a devastação ambiental representados por produção de jogo digital. Anais Estendidos do Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital (SBGames), [S.l.], p. 146-156, nov. 2023. ISSN 0000-0000. Disponível em: <https://sol.sbc.org.br/index.php/sbgames_estendido/article/view/27806>. Acesso em: 18 maio 2024. doi: https://doi.org/10.5753/sbgames_estendido.2023.233663.
Seção
Trilha de Artes & Design – Artigos Completos