Using Spatial Analysis in the Identification of Territories of Basic Health Units and their Correlation with Cases of Leprosy

  • Marcos J.S. Baia UFOPA
  • Guilherme A. B. Conde UFOPA
  • Valney Mara G. Conde UEPA

Abstract


The objective of this study was to correlate the geography scope of the Basic Health Units with the spatial distribution of leprosy cases in the hyperendemic municipality of Santarém, western region of the state of Pará. The methodology used for this study, was the mapping of the territorial coverage of the UBS, its scope, that is, the area of action of the Community Health Agents (ACS) and the cases of leprosy from the period 2003 to 2013, for this was used a Geographic Information System (GIS) to visualize the spatial distribution of leprosy cases in relation to the coverage and coverage of the UBS in the municipality. We have resulted in shapefiles developments in coverage and coverage of UBS and the distribution of leprosy cases. Through the use of spatial analysis, the areas discovered by the UBS were identified, as well as the spatial distribution of leprosy cases.

References

Amador, M.P.S.C. (2004) “Soroprevalência para hanseníase em áreas endêmicas do Estado do Pará”. Universidade Federal do Pará, Núcleo em Medicina Tropical, Belém.

Eidt, L. M. (2004) “Breve história da hanseníase: sua expansão do mundo para as Américas, o Brasil e o Rio Grande do Sul e sua trajetória na saúde pública brasileira”. Saúde e Sociedade, São Paulo.

Carvalho, P. I. O. (2016) “Estratégia Saúde da Família e Hanseníase: Análise Territorial”. In: XV Congresso Brasileiro de Informática em Saúde, Goiânia.

Brasil, M.S. (2011) “Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema nacional de vigilância em saúde: relatório de situação: Pará/ Ministério da Saúde”. Brasília.

Barreto, J. G. et al (2014) “Spatial Analysis Spotlighting Early Childhood Leprosy Transmission in a Hyperendemic Municipality of the Brazilian Amazon Region. PLOS Neglected Tropical Diseases. Volume 06” http://dx.doi.org/10.1371/journal.pntd.0002665

Talhari S. (2006) “Introdução, agente etiológico, transmissão, cultura, inoculação, aspectos laboratoriais, patogenia e diagnóstico”. In: Hanseníase 4a edição. Manaus.

Amaral, E.P. (2008) “Análise Espacial da Hanseníase na Microrregião de Almenara – Minas Gerais: Relações entre a Situação Epidemiológica e as Condições Socioeconômicas” Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem. Belo Horizonte.

Braga, C (2001) “Avaliação do indicador sócio-ambiental utilizado no rastreamento de áreas de transmissão de filarióse linfática em espaços urbanos”. In: Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro.

Hino, P., Villa, T.C.S., Cunha, T.N., Santos, C.B. (2010) “Distribuição espacial de doenças endêmicas no Município de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Rev. Ciência e Saúde Coletiva”. www.abrasco.org.br/cienciaesaudecoletiva/artigos/artigo_int.php?Id_artigo=1959>

Rodrigues, A. F., Escobar, A. L., Souza-Santos, R. (2008) “Análise espacial e determinação de áreas para controle da malária no Estado de Rondônia. Rev Soc Bras Med Trop. 41:55-64. 2008”.
Published
2019-06-11
BAIA, Marcos J.S.; CONDE, Guilherme A. B.; CONDE, Valney Mara G. . Using Spatial Analysis in the Identification of Territories of Basic Health Units and their Correlation with Cases of Leprosy. In: BRAZILIAN SYMPOSIUM ON COMPUTING APPLIED TO HEALTH (SBCAS), 19. , 2019, Niterói. Anais [...]. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2019 . p. 164-174. ISSN 2763-8952. DOI: https://doi.org/10.5753/sbcas.2019.6251.