Neurociência e o ensino de programação: Uma revisão sistemática da literatura
Resumo
Com altos índices de reprovação em disciplinas de programação nas universidades, surge a necessidade de encontrar uma forma de atacar esta problemática. Possíveis soluções para esta dificuldade podem ser encontradas nas técnicas descobertas pela neurociência que podem ajudar no processo de ensino-aprendizagem. O presente artigo apresenta uma Revisão Sistemática da Literatura (RSL) que tem como principal objetivo buscar trabalhos na área da neurociência que apresentem técnicas que possam permitir o desenvolvimento de algumas habilidades úteis para as disciplinas de programação, como, por exemplo, o raciocínio lógico.
Palavras-chave:
neurociência, ensino de programação, aprendizagem de programação, raciocínio lógico, neurodidática
Referências
Bastos, N.; Adamatti, D.; e Carvalho, F. (2015). Ensino de Lógica de Programação no Ensino Médio e suas implicações na Neurociências. In: Anais do XXVI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação – SBIE.
Coch, D. e Ansari, D. (2009). Thinking about mechanisms is crucial to connecting neuroscience and education. Cortex, 45, 546-547.
Cosenza, R. e Guerra, L. (2011). Neurociência e educação: como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed.
Fernandes, C. et al. (2015). Possibilidades de aprendizagem: reflexões sobre neurociência do aprendizado, motricidade e dificuldades de aprendizagem em cálculo em escolares entre sete e 12 anos. Ciência & Educação (Bauru), v. 21, n. 2.
Freitas, D.; Motta, C.; e Mello-Carpes, P. (2015). As bases neurobiológicas da aprendizagem no contexto da investigação freiriana. Trab. educ. saúde, p. 109-122.
Kaul, P. (2006). Neurological gaming environments. In: ACM SIGGRAPH 2006 Educators Program. ACM, p. 2.
Kandel, E.; Schwartz e Jessell, T. (1997). Fundamentos da neurociência e do comportamento. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil.
Kitchenham, B. (2007). Guidelines for performing Systematic Literature Reviews in Software Engineering.
Lent, R. (2004). Cem bilhôes de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. Atheneu. São Paulo.
Mafra, S. e Travassos, G. (2006). Estudos Primários e Secundários apoiando a busca por Evidência em Engenharia de Software. Relatório Técnico, RT-ES, v. 687, n. 06.
Pinker, S. (1998). Como a mente funciona. São Paulo: Companhia das Letras.
Pollock, I.; Murray, J.; e Yeager, B. (2017). Brain jam: STEAM learning through neuroscience-themed game development. In: Proceedings of the Second International Conference on Game Jams, Hackathons, and Game Creation Events. ACM, p. 15-21.
Raabe, A. e Silva, J. (2005). Um Ambiente para Atendimento às Dificuldades de Aprendizagem de Algoritmos. In: XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Computação. São Leopoldo/RS.
Redish, E. (2014). Oersted Lecture 2013: How should we think about how our students think?.
Redish, E. (2004). A theoretical framework for physics education research: Modeling student thinking. arXiv preprint physics/0411149, 2004.
Sabitzer, B.; Pasterk, S.; e Elsenbaumer, S. (2013). Brain-based teaching in computer science: neurodidactical proposals for effective teaching. In: Proceedings of the 13th Koli Calling International Conference on Computing Education Research. ACM, p. 197-198.
Sabitzer, B. e Pasterk, S. (2014). Brain-based programming continued: Effective teaching in programming courses. In: Frontiers in Education Conference (FIE), 2014 IEEE. IEEE, p. 1-6.
Santos, M. e Vasconcelos, E. (2014). Neurociência e educação: O sistema nervoso e sua relação com a aprendizagem. In: IV Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia. Ponta Grossa/PR.
Souza, G. et al. (2016). A neurociência e a educação: como nosso cérebro aprende?. 2016.
Sternberg, R. (2005). Psicologia Cognitiva. Trad. A.M. Luche, R. Galman. Cengage Learning, São Paulo.
Coch, D. e Ansari, D. (2009). Thinking about mechanisms is crucial to connecting neuroscience and education. Cortex, 45, 546-547.
Cosenza, R. e Guerra, L. (2011). Neurociência e educação: como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed.
Fernandes, C. et al. (2015). Possibilidades de aprendizagem: reflexões sobre neurociência do aprendizado, motricidade e dificuldades de aprendizagem em cálculo em escolares entre sete e 12 anos. Ciência & Educação (Bauru), v. 21, n. 2.
Freitas, D.; Motta, C.; e Mello-Carpes, P. (2015). As bases neurobiológicas da aprendizagem no contexto da investigação freiriana. Trab. educ. saúde, p. 109-122.
Kaul, P. (2006). Neurological gaming environments. In: ACM SIGGRAPH 2006 Educators Program. ACM, p. 2.
Kandel, E.; Schwartz e Jessell, T. (1997). Fundamentos da neurociência e do comportamento. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil.
Kitchenham, B. (2007). Guidelines for performing Systematic Literature Reviews in Software Engineering.
Lent, R. (2004). Cem bilhôes de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. Atheneu. São Paulo.
Mafra, S. e Travassos, G. (2006). Estudos Primários e Secundários apoiando a busca por Evidência em Engenharia de Software. Relatório Técnico, RT-ES, v. 687, n. 06.
Pinker, S. (1998). Como a mente funciona. São Paulo: Companhia das Letras.
Pollock, I.; Murray, J.; e Yeager, B. (2017). Brain jam: STEAM learning through neuroscience-themed game development. In: Proceedings of the Second International Conference on Game Jams, Hackathons, and Game Creation Events. ACM, p. 15-21.
Raabe, A. e Silva, J. (2005). Um Ambiente para Atendimento às Dificuldades de Aprendizagem de Algoritmos. In: XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Computação. São Leopoldo/RS.
Redish, E. (2014). Oersted Lecture 2013: How should we think about how our students think?.
Redish, E. (2004). A theoretical framework for physics education research: Modeling student thinking. arXiv preprint physics/0411149, 2004.
Sabitzer, B.; Pasterk, S.; e Elsenbaumer, S. (2013). Brain-based teaching in computer science: neurodidactical proposals for effective teaching. In: Proceedings of the 13th Koli Calling International Conference on Computing Education Research. ACM, p. 197-198.
Sabitzer, B. e Pasterk, S. (2014). Brain-based programming continued: Effective teaching in programming courses. In: Frontiers in Education Conference (FIE), 2014 IEEE. IEEE, p. 1-6.
Santos, M. e Vasconcelos, E. (2014). Neurociência e educação: O sistema nervoso e sua relação com a aprendizagem. In: IV Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia. Ponta Grossa/PR.
Souza, G. et al. (2016). A neurociência e a educação: como nosso cérebro aprende?. 2016.
Sternberg, R. (2005). Psicologia Cognitiva. Trad. A.M. Luche, R. Galman. Cengage Learning, São Paulo.
Publicado
29/10/2018
Como Citar
QUEIROZ, Marina O.; REBOUÇAS, Ayla Débora Dantas S..
Neurociência e o ensino de programação: Uma revisão sistemática da literatura. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO (SBIE), 29. , 2018, Fortaleza/CE.
Anais [...].
Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação,
2018
.
p. 1033-1042.
DOI: https://doi.org/10.5753/cbie.sbie.2018.1033.
