Programando para criar objetos de aprendizagem digitais de "Ondulatória"
Resumo
O presente artigo trata sobre o desenvolvimento do pensamento computacional na construção de Objetos Digitais de Aprendizagem (ODA), tendo como suporte metodológico a aprendizagem baseada em projeto (PBL), na potencialização da aprendizagem do tema fenômenos ondulatórios, utilizando a linguagem de programação Scratch, com alunos do 2º ano do Ensino Médio. No processo de desenvolvimento, os estudantes envolvidos construíram seus objetos com sucesso e as análises estatísticas apontaram resultados positivos com o aumento dos índices de desempenho e diminuição de variância no pós-teste.
Referências
Brocke, J. V., & Rosemann, M. (2013). Metodologia de pesquisa. Porto Alegre: AMGH Editora.
Clyde, L. A. (2004). Digital learning objects. Teacher Librarian, 31(4), 55.
Costa Nunes, M. S., & Santos, R. P. (2013). O Construcionismo de Papert na criação de um objeto de aprendizagem e sua avaliação segundo a taxionomia de Bloom.
Carvalho, M. L. B., Chaimowicz, L., & Moro, M. M. (2013). Pensamento computacional no ensino médio mineiro. Paper presented at the Workshop de Educação em Informática (WEI).
Jong, T., Linn, M. C., & Zacharia, Z. C. (2013). Physical and virtual laboratories in science and engineering education. Science, 340(6130), 305-308.
Fino, C. N. (2004). Convergência entre a teoria de Vygotsky e o construtivismo/construcionismo. Acessado em 23/11/2016.
França, R., & Tedesco, P. (2015). Desafios e oportunidades ao ensino do pensamento computacional na educação básica no Brasil. Paper presented at the Anais dos Workshops do Congresso Brasileiro de Informática na Educação.
França, R. S., & Tedesco, P. (2015). Explorando o pensamento computacional no ensino médio: do design à avaliação de jogos digitais. Paper presented at the Anais do XXIII Workshop sobre Educação em Computação (WEI).
G1. (2017). Enem 2017: com média de 15 questões de física por edição, prova exige ir além da decoreba.
Gardner, H. (1995). Nova Ciência da Mente: A - Uma História da Revolução Cognitiva Vol. 09. Edusp.
González, F. (1998). Metacognición y tareas intelectualmente exigentes: el caso de la resolución de problemas matemáticos. Zetetiké, 6(9), 59-88.
González, F. E. (1998). Metacognicion y tareas intelectualmente exigentes: el caso de la resolución de problemas matemáticos. p. 59-87 (Segunda Parte: p. 74-87). Zetetiké, 6(1).
Li, Z. Z., Cheng, Y. B., & Liu, C. C. (2013). A constructionism framework for designing game‐like learning systems: Its effect on different learners. British Journal of Educational Technology, 44(2), 208-224.
Maltempi, M. V. (2005). Novas tecnologias e construção de conhecimento: reflexões e perspectivas. Paper presented at the Congresso Ibero-Americano De Educação Matemática.
Papert, S. (2008a). Logo: computadores e educação. São Paulo: Brasiliense, 1980. A Máquina das Crianças. Porto Alegre-RS: Artmed.
PAPERT, S. (2008b). Logo: Computadores e Educação. São Paulo: Brasiliense, 1980. A Máquina das Crianças. Porto Alegre-RS: Artmed.
Papert, S. (2008c). A Máquina das Crianças.
Papert, S., Valente, J. A., & Bitelman, B. (1980). Logo: computadores e educação. Brasiliense.
Reis, R. H. S., & Márcia Castilho. (2016). A pesquisa-ação como estratégia de constituição de protagonismo na educação.
Resnick, M., Maloney, J., Monroy-Hernández, A., Rusk, N., Eastmond, E., Brennan, K., ... Silverman, B. (2009). Scratch: programming for all. Communications of the ACM, 52(11), 60-67.
Silvério, A. d. A. (2013). As dificuldades no ensino/aprendizagem da física.
Sternberg, R. J. (2016). Psicologia Cognitiva: Tradução da 5a Edição Norte-Americana. Cengage.
Sternberg, R. J., & Sternberg, K. (2016). Cognitive psychology. Nelson Education.
Teodoro, P. V., & Bhering, M. J. (2016). O protagonismo estudantil na elaboração de propostas pedagógicas na escola: avaliação de um estudo de caso. Ciclo Revista, 1(2).
Veit, E. A., & Araujo, I. S. (2005). Modelagem computacional no Ensino de Física. Revista do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas. CEDU.
Wing, J. (2017). Computational thinking's influence on research and education for all. Italian Journal of Educational Technology, 25(2), 7-14.
Wing, J. M., & Stanzione, D. (2016). Progress in computational thinking, and expanding the HPC community. Communications of the ACM, 59(7), 10-11.
