A tecnologia assistiva SCALA na promoção de narrativas de sujeitos com Transtorno do Espectro Autista sobre as suas experiências escolares e o autismo
Resumo
O presente estudo tem por objetivo discutir a contribuição do Sistema de Comunicação Alternativa para Letramento de Pessoas com Autismo (SCALA) na promoção de narrativas de sujeitos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) sobre as suas experiências escolares e o autismo. Essa tecnologia assistiva foi desenvolvida em 2009 por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e nos anos subsequentes adquiriu novas versões acrescentando um módulo de narrativas visuais para a construção de histórias nas plataformas web e android/tablet, o qual foi utilizado pelos sujeitos da pesquisa na construção das suas histórias.
Referências
Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70.
Bertaux, D. (2010). Narrativas de vida: a pesquisa e seus métodos. Tradução: Zuleide Alves Cardoso Cavalcante, Denise Maria Gurgel Lavallée; revisão científica Maria da Conceição Passeggi, Márcio Venício Barbosa. Natal, RN: EDUFRN, São Paulo: Paulus.
Bez, M. R. et al. (2013a). Desenvolvimento de narrativas visuais no SCALA: estudo de caso de uma turma de inclusão da Educação Infantil. Informática na Educação: teoria e prática. Porto Alegre, v. 16, n. 2, jul./dez.
Bez, M. R.; Passerino, L. M. (2012). Scala 2.0: software de comunicação alternativa para web. AVANCES Investigación en Ingeniería, v. 9, n. 1.
Brasil. (2009). Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Disponível em: [link]. Acesso: 14 set. 2014.
Brasil. (2012). Lei nº 12.764, de 7 de dezembro de 2012. Disponível em: [link]. Acesso em: 12 set 2014.
Charlot, B. (2005). Prólogo. Introdução Bernard Charlot: uma relação com o saber; A Problemática da relação com o saber. In: Formação de professores e globalização. Porto Alegre: Armed.
Chiote, F. A. (2013). Inclusão da criança com autismo na educação infantil: trabalhando a mediação pedagógica. Rio de Janeiro: Wak Editora.
Cid-10. (2008). Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. 10ª Revisão, v. 1. Disponível em: [link]. Acesso: 18 jun. 2015.
Farias, I. M.; Maranhão, R. V.; Cunha, A. C. (2008). Interação professor-aluno com autismo no contexto da educação inclusiva: análise do padrão de mediação do professor. Rev. bras. educ. espec. vol.14 no.3 Marília Sept./Dec. Disponível em: [link]. Acesso em: 25 dez. 2013.
Gray, D. E. (2012). Pesquisa no mundo real. 2. Ed. Porto Alegre: Penso.
Klin, A. (2006). Autismo e síndrome de Asperger: uma visão geral. Rev Bras Psiquiatr. 28(Supl I):S3-11. Disponível em: [link]. Acesso: 18 jun. 2015.
Korbivcher, Célia F. (2007). Bion e Tustin. Os fenômenos autísticos e o referencial de Bion: uma proposta de aproximação. Revista Brasileira de Psicanálise. v. 41, n. 2, 54-62. Disponível em: [link]. Acesso: 18 jun. 2015.
Lima, R. C. (2014). A construção histórica do autismo (1943-1983). Ci. Huma. e Soc. em Rev. RJ, EDUR, vol. 36, 1, jul / dez, p. 109 – 123. Disponível em: [link]. Acesso: 18 jun. 2015.
Marfinati, Anahi C; Abrão, Jorge L. (2014). Um percurso pela psiquiatria infantil: dos antecedentes históricos à origem do conceito de autismo. Estilos clin., São Paulo, v. 19, n. 2, mai./ago, 244-262. Disponível em: [link]. Acesso: 18 jun. 2015.
Passerino, L. M. et al. (2013). SCALA e Siesta Cloud: uma integração para aplicações homeschooling visando a inclusão. Anais do II Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE 2013) e XXIV Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE 2013).
Passerino, L. M.; Ávila, B. G.; Bez, M. R. (2010). SCALA: um Sistema de Comunicação Alternativa para o Letramento de Pessoas com Autismo. Renote, Novas Tecnologias na Educação, CINTED-UFRGS, v. 8, n. 2, julho. Disponível em: [link]. Acesso: 18 jun. 2015.
