Arquitetura Pedagógica Híbrida para Inclusão Feminina em Tecnologias Emergentes: Um Modelo em Rede Baseado no Construcionismo
Resumo
Contexto: A sub-representação de mulheres nas áreas de STEM demanda intervenções educacionais estruturadas. Problema: Desigualdades estruturais e violências simbólicas afastam meninas, especialmente negras e indígenas, da tecnologia. Proposta: O Projeto STELAS propõe um modelo educacional em rede voltado à inclusão interseccional em tecnologias emergentes. Metodologia: Conduzido como pesquisa-ação, o curso híbrido integra formação técnica e mentoria por graduandas. Resultados e Conclusão: A implementação inicial com 80 estudantes demonstrou alto engajamento prático e fortalecimento da autoestima intelectual. O modelo configura-se como estratégia promissora e escalável para reduzir disparidades de gênero e raça na tecnologia.
Palavras-chave:
Tecnologias Emergentes, Educação Híbrida, STEM
Referências
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Publicado
05/10/2026
Como Citar
SADIO, Lalia H. S. et al.
Arquitetura Pedagógica Híbrida para Inclusão Feminina em Tecnologias Emergentes: Um Modelo em Rede Baseado no Construcionismo. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO (SBIE), 37. , 2026, Goiânia/GO.
Anais [...].
Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação,
2026
.
p. 2657-2666.
DOI: https://doi.org/10.5753/sbie.2026.27701.
