Estruturando Micropolíticas Universitárias com Um Framework de Políticas de Gênero em Universidades
Resumo
A transformação digital no setor público demanda estruturas orientadas a dados para organização e análise de informações institucionais. Nesse contexto, micropolíticas de gênero em universidades constituem instrumentos relevantes para promoção da equidade em STEM. Este artigo apresenta a aplicação de um framework conceitual na estruturação e análise de micropolíticas universitárias de gênero em uma universidade pública brasileira, na qual 15 micropolíticas foram identificadas e modeladas por meio de um modelo de dados orientado a grafos. Os resultados evidenciam o potencial do framework para apoiar a organização estruturada de políticas institucionais e subsidiar processos de governança orientada por dados.
Referências
Álvarez, F., Pérez, F., Ponce, A., Vázquez, A. and Calleros, E. (2025) “The impact of the gender perspective in modern labor policies: a systematic literature review”, REVISTA DELOS. DOI: 10.55905/rdelosv18.n65-124
Angles, R. (2018) “The property graph database model”. In: Proceedings of the 12th Alberto Mendelzon International Workshop on Foundations of Data Management. Cali, Colombia, May 21-25, 2018.
Bonato, S. (2018) Searching the grey literature: A handbook for searching reports, working papers, and other unpublished research. Bloomsbury Publishing.
Bruzzese, M. M. G., Cedréz, M. C. and Aguerre, T. F. (2025) “Examining gender impact on the selection and persistence of STEM careers in a Uruguayan University without access barriers”, Cogent Education, 12(1). DOI: 10.1080/2331186X.2025.2533656
Carvalho, M. M. S., Batista, G. B. and Ribeiro, K. S. F. M. (2026) “Um Framework Conceitual para a Estruturação de Micropolíticas de Gênero das Universidades Brasileiras”, In: Anais do XVII Women in Information Technology (WIT), Sociedade Brasileira de Computação, p. 124-135. DOI: 10.5753/wit.2023.230764
Chang, J. (2026) “Decoding the Gender Gap: Unseen Forces of Inequity in IT”, Gender, Work & Organization, 33(2), p. 350–366. DOI: 10.1111/gwao.70042
Fitriani, L., Khodra, M. L. and Surendro, K. (2025) “A conceptual framework for AI adoption in business architecture with case studies in higher education and government”, Discov Artif Intell, 5, p. 409. DOI: 10.1007/s44163-025-00673-3
Hirata, H. and Kergoat, D. (2007) “Novas configurações da divisão sexual do trabalho”, Cadernos de Pesquisa, v. 37, n. 132, p. 595-609. [link]
Kulesa, J., Induru, S., Hubbard, E. and Bhansali, P. (2024) “The Conceptual Framework: A Practical Guide”, Hosp Pediatr., v. 14, n. 11, p. e503-e508. DOI: 10.1542/hpeds.2024-007794
Latupeirissa, J. J. P. et al. (2024) “Transforming Public Service Delivery: A Comprehensive Review of Digitization Initiatives”, Sustainability, 16(7):2818.
Louro, G. L. (1997) Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista, Vozes.
Moreira, M., Brito, C., Oliveira, C. and Alves, C. (2018) “Mulheres, travestis e transexuais: interseções de gênero em documentos de políticas públicas”, Fractal: Revista de Psicologia. DOI: 10.22409/1984-0292/v30i2/5545
Nascimento, J. (2016) “Políticas públicas e desigualdade de gênero na sociedade brasileira: Considerações sobre os campos do trabalho, da política e da ciência”, Mediações: Revista de Ciências Sociais, 21, p. 317-337. DOI: 10.5433/2176-6665.2016v21n1p317
Organisation for Economic Co-operation and Development - OECD (2025) “Digital government”. URL: [link]
Osakwe, J. (2025) “Data governance in the public sector: Enhancing accountability and service delivery”, International Journal of Public Administration and Management Research, 10(1), p. 45–57.
Patrício, L., Varela, L. and Silveira, Z. (2025) “A Conceptual Framework of the Technological Integration of Industry 4.0 with Sustainability Concepts”, Sustainability, v. 17, n. 22, p. 10160. DOI: 10.3390/su172210160
Pereira, L. R. R. (2025) Discursos de gênero e liderança acadêmica na educação superior: apropriações por mulheres na computação, Tese (Doutorado em Educação), Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, p. 8-10.
Perez-Felkner, L. et al. (2025) “Computing Education Interventions to Increase Gender Equity from 2000 to 2020: A Systematic Literature Review”, Review of Educational Research, 95(3), p. 536–580. DOI: 10.3102/00346543241241536
Rapkiewicz, C. et al. (2025) “Mulheres Brasileiras na Computação: diversidade, representatividade e inspiração em perspectiva”, In: Proceedings of the 19th Women in Information Technology (WIT), Sociedade Brasileira de Computação, Porto Alegre, p. 752–763. DOI: 10.5753/wit.2025.9002.
Runeson, P., Soderberg, E. and Host, M. (2024) “A Conceptual Framework and Recommendations for Open Data and Artifacts in Empirical Software Engineering”, In: Proceedings of the 1st IEEE/ACM International Workshop on Methodological Issues with Empirical Studies in Software Engineering (WSESE '24), Association for Computing Machinery, p. 68-75. DOI: 10.1145/3643664.3648206
Sale, J.E., Carlin, L. The reliance on conceptual frameworks in qualitative research – a way forward. BMC Med Res Methodol 25, 36 (2025). DOI: 10.1186/s12874-025-02461-0
Silva, I. M. and Gonçalves, W. M. C. M. (2025) “A mulher na TI: uma análise do comportamento de sua participação no mercado de trabalho no Brasil para os anos 2020 a 2024”, RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar, 6(7). DOI: 10.47820/recima21.v6i7.6654
