Quando “Piorar” a Vida do Jogador Torna um Jogo Melhor: Frustração e Vulnerabilidade como Ferramentas de Game Design
Resumo
Introdução: Embora a maioria dos jogos foque em empoderar o jogador com recompensas, o gênero roguelike usa deliberadamente a frustração, a morte sistêmica e a vulnerabilidade para criar experiências mais intensas. Objetivo: Este trabalho investiga de que forma como a “fricção emocional” e mecânicas que restringem o conforto do jogador contribuem para um maior engajamento, utilizando Hades (2020) como objeto central. Metodologia: Através de uma abordagem exploratória qualitativa, analisa-se as estratégias de design em Hades, focando como a perda de progresso é subvertida. Resultados: Observa-se que a frustração controlada e a repetição reforçam a narrativa e a resiliência do jogador, demonstrando que estados negativos, atrelados à narrativa, são ferramentas valiosas de game design.
Palavras-chave:
game design, fricção intencional, roguelike, Hades, vulnerabilidade
Referências
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SUPERGIANT GAMES. Hades. Supergiant Games, 2020.
Publicado
29/09/2026
Como Citar
COSTA, Daniel L.; ARAGÃO, Giulia L. M..
Quando “Piorar” a Vida do Jogador Torna um Jogo Melhor: Frustração e Vulnerabilidade como Ferramentas de Game Design. In: TRILHA DE ARTES & DESIGN – ARTIGOS CURTOS - SIMPÓSIO BRASILEIRO DE JOGOS E ENTRETENIMENTO DIGITAL (SBGAMES), 25. , 2026, Goiânia/GO.
Anais [...].
Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação,
2026
.
p. 64-67.
DOI: https://doi.org/10.5753/sbgames_estendido.2026.25819.
