Corpo-como-Interface: Explorando a Realidade Substitucional para o Treinamento em Saúde
Resumo
Este trabalho investiga a viabilidade do uso do próprio corpo como interface tátil em simulações de Realidade Virtual voltadas ao treinamento em saúde. A proposta aborda o conceito de Realidade Substitucional, no qual um elemento físico real é utilizado como referência sensorial para a interação em um ambiente imersivo. Nesse contexto, o estudo propõe o uso da própria mão do usuário como guia tátil passivo para a representação de regiões anatômicas virtuais, eliminando a necessidade de dispositivos hápticos externos. Os resultados obtidos a partir de uma aplicação desenvolvida demonstraram a viabilidade técnica da abordagem para o treinamento médico. Observou-se também que a utilização da realidade substitucional com o próprio corpo permite aferir dados objetivos da interação, aspecto fundamental para aplicações de treinamento que envolvem a avaliação do desempenho do usuário.
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